Mensagem na Garrafa

Há uma menssagem que gostaria de fazer chegar a outra margem do sistema, gostaria que atravessasse o oceano que separa o artista submerso da pequena ilhota dos artistas emergidos para sempre. A ilhota que impõe a nova ordem global privatizada sistêmica da arte, gostaria de comunicar que em nosso macroterritório social e localizado, se trabalha não para o restrito mercado elitista global, mas sim pela valorização da cultura artística identitária local.

NÓS NÃO PARECEMOS COM VOCÊS

Gostaria que na ilhota elitista do artista imerso globalmente se estudasse melhor o neoliberalismo privatizado imperial global e a sua lógica de domínio e imposição sobre os sistemas artísticos locais.

Gostaria que com a percepção do saber, do conhecimento das coisas e da cultura se sentissem peixes fora d'água como nós.

Gostaria de fazê-los saber que retornar aos seus estúdios e em galerias serve somente para incrementar o sentido e o significante da guerra global em nome do bom ocidente.

A arte transnacional imposta pela pequena ilhota dos artistas imersos globalmente e imposta sobre cada fronteira é um crime que germina uma mega bomba de miséria e frustração sobre o artista sepultado vivo localmente e sem digna sepultura em escala global.

A vergonha para um artista não termina com l'ontra de ter quebrado um quadro ou uma mostra, mas pode persistir também a cada vez que se olha no espelho, assim se luta com uma coisa que não se sabe bem o que seja mas que qq um chama de arte por ser melhor. Como é possível essa cagada? Fazendo e colocando em prática um sistema de arte novo e paralelo, completamente autogerido.

tradução livre ::::> pajeh

C'è un messaggio che vorrei fare arrivare sull'altra sponda del sistema, vorrei attraversasse l'oceano che separa gli artisti sommersi dalla piccola isoletta degli artisti emersi per sempre, l'isoletta che impone il nuovo ordine globale privatizzato sistemico dell'arte, vorrei comunicare che nel nostro macroterritorio sociale e localizzato si lavora non per il ristretto mercato elitario globale, bensì per la valorizzazione della cultura artistica identitaria locale.

NOI SIAMO DIVERSI DA VOI

Vorrei che nell'isoletta elitaria degli artisti emersi globalmente si
studiassero meglio il neoliberismo privatizzato imperiale globale e le sue logiche di dominio ed imposizione sui sistemi artistici locali.

Vorrei che con la consapevolezza del sapere, della conoscenza delle cose e della cultura sì sentissero pesci fuor d'acqua come noi, vorrei capissero che rintanati nel loro studio ed in gallerie/galere servono solo ad incrementare il senso ed il significante delle guerre globali nel buon nome dell'occidente.

L'arte transnazionale imposta dalla piccola isoletta degli artisti emersi globalmente ed imposta su di ogni frontiera è un CRIMINE che semina CLUSTER BOMB di MISERIA e FRUSTRAZIONE sugli artisti sepolti vivi localmente e senza degna sepoltura su scala globale.

La VERGOGNA PER UN ARTISTA non finisce con l'onta di AVERE SBAGLIATO UN QUADRO od una mostra ma può persistere anche OGNI VOLTA CHE SI GUARDA ALLO SPECCHIO, così si lotta con una cosa che non si sa bene cosa sia ma che qualcuno chama arte per essere migliori. Come fare questa cazzata? Facendo e mettendo in pratica un sistema dell'arte nuovo e parallelo, completamente autogestito.